Sinopse: "Ao internar a filha numa clínica, o pai de Brit acredita que está ajudando a menina, mas a verdade é que o lugar só lhe faz mal. Aos 16 anos, ela se vê diante de um duvidoso método de terapia, que inclui xingar as outras jovens e dedurar as infrações alheias para ganhar a liberdade.
Sem saber em quem confiar e
determinada a não cooperar com os conselheiros, Brit se isola. Mas não fica
sozinha por muito tempo. Logo outras garotas se unem a ela na resistência
àquele modo de vida hostil. V, Bebe, Martha e Cassie se tornam seu oásis em
meio ao deserto de opressão.
Juntas, as cinco amigas vão em
busca de uma forma de desafiar o sistema, mostrar ao mundo que não têm nada de
desajustadas e dar fim ao suplício de viver numa instituição que as
enlouquece."
Editora: Arqueiro| Páginas: 224 | Lançamento: 2016 | Compre em: Amazon | Classificação: 4/5
Sétima leitura do ano (haha).
Esquecido na minha estante, este livro não chamava muito minha atenção.
Acredito que parte da culpa seja da sinopse que me fez imaginar um tipo de
história um pouco diferente do que realmente é.
Em O Que Há de Estranho em Mim
vamos conhecer Brit, uma adolescente que está passando por uma situação um
tanto quanto complicada em casa. No começo do livro ficamos sabendo que ela
mora com o pai, o irmão mais novo e sua madrasta, a Monstra, como ela
mesmo se refere.
Lidando com a nova formação
familiar, prefere passar o tempo fora de casa pra evitar certas situações. A
Clod, banda em que faz parte, é responsável pelos momentos de felicidade que
ela tem. São amigos de verdade, e claro, tem o Jed - uma paixonite silenciosa.








