Título: A Garota Italiana
Autor: Lucinda Riley
Editora: Arqueiro
Páginas: 464
Lançamento: 2016
Classificação: 4/5
Sinopse: “Imagine um lugar onde,
como livros, os mortos repousam em prateleiras. Cada corpo tem uma história
para contar, uma vida disposta em imagens que apenas os Bibliotecários podem
ler. Aqui, os mortos são chamados de Histórias, e o vasto domínio em que eles
descansam é o Arquivo. Mackenzie Bishop é uma implacável Guardiã, cuja tarefa é
impedir Histórias – geralmente violentas – de acordar e fugir do Arquivo.
Naqueles domínios, os mortos jamais devem ser perturbados, mas alguém parece
estar, deliberadamente, alterando Histórias e apagando seus trechos essenciais.
A menos que Mac consiga juntar as peças restantes, o próprio Arquivo sofrerá as
consequências. ”
A Garota Italiana é um livro que há muito estava esquecido na minha estante do skoob. Para cumprir uma das metas de um desafio, decidi dar início a leitura. Infelizmente não consegui comprar o livro físico, então acabei lendo em epub mesmo.
Fazendo um levantamento das minhas leituras que aumentaram significativamente desde a criação do blog, percebi que esse livro em especial, foi, se não a, pelo menos uma das histórias mais maduras que tive o prazer de ler. O livro começa com uma carta endereçada a Nico. Durante as passagens dos capítulos temos uma intercalação entre a carta (passado) e o presente. Tudo começa em Nápoles, uma cidade na Itália, especificamente em 1966.
